domingo, 10 de outubro de 2010

'Surgiu como um clarão, um raio me cortando a escuridão
E veio me puxando pela mão por onde não imaginei seguir
Me fez sentir tão bem como ninguém e eu fui me enganando sem sentir
E fui abrindo portas sem sair, sonhando as cegas sem dormir
Não sei quem é você.
O amor em seu carvão, foi me queimando brasa no cochão
E me partindo em tantas pelo chão
Me colocou diante de um leão
O amor me consumiu depois sumiu
Eu até perguntei, mas ninguém viu
E fui fechando o rosto sem sentir, e mesmo atenta sem me distrair
Não sei quem é você.
O espelho da ilusão se retocou na outra traição
Tentou abrir as flores do perdão, mas bati minha raiva no portão
E não mais me procure sem razão, me deixe aqui e solta a minha mão
Eu fui fechando o tempo sem chover, fui fechando os olhos pra esquecer
Quem é você ?'


minha felicidade tava durando muito para o meu gosto..

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