sábado, 23 de julho de 2011

Sou um poço de sentimentos... prazer, Dominique.

Hoje vai ser uma postagem um tanto inusitada.  (Re)lendo o blog, percebi que às vezes me expresso e me empolgo tanto, que só eu entendo. Não sei se consigo transmitir com a mesma intensidade que escrevo, embora sempre tenha um ou outro me dizendo que sente "coisas estranhas" quando lê meus poemas. Talvez seja porque eu trate esse ato de sentir com as palavras como um dom, e que deve ser transmitido com mais verossemelhança. Então vou falar um pouco de mim.
Muitos dizem que sou bipolar pela minha contante mudança de humor (mas é mentira rs), outros que sou meiga, outros que sou grossa, chata e tudo o que também dizem pra você. Sim, somos iguais, da mesma espécie, porém com preceitos diferentes. No início da vida não sabemos valorizar o que realmente importa, e pelo gesto de não saber valorizar é que valorizamos de verdade. Nos importamos com tudo e é por isso que amamos nossa infância. Não porque somos ingênuos e impunes de qualquer pecado. E sim, porque sabíamos nos importar com o que precisava e com quem deveríamos. Sem nenhum processo seletivo! Crescemos e nos tornamos nós, eu, você... Seres completamente distintos e iguais. Não sei porque, cometemos o erro de achar, que por experiência de vida, sabemos o que priorizar e o que dar valor. Acho digno que tenhamos valores a cultivar, porém com a princípios que não sejam individualistas. Bom, é agora que chegamos em mim. Não sei o que acontece, mas cada dia que acordo e me sinto em mim, parece que existe uma necessidade que haja sentimento no meu ser. Uma fusão de emoções. Eu me faço e me descubro a cada dia e sinto um enorme prazer em transcrever isso, já que Deus me proporcionou esse dom. Por fim, me sinto um poço de sentimentos que transborda a cada instantes dentre letras, palavras, frases, versos ... Amo escrever!

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